The United States’ Declaration of Independence asserts that all people are created equal. That is, that they are entitled to equal opportunities to experience fulfilling lives and benefit from certain “unalienable rights.” However, in other respects, it is obvious that men and women are not all equal – at least in terms of material possessions, and well as individual talents, strengths and abilities.
Some naturally seem to have a greater ability to generate wealth. Others have more innate intelligence, while some are more agile and athletic. Some are gifted leaders; others are especially skills at craftsmanship and tasks that require mechanical abilities. Some are adept at sales and marketing; others are especially effective in communicating. We may be equal, but we certainly are not identical.
However, there is one “commodity” that we all share, something we possess in an equal amount – at least initially. It is integrity. Someone has defined integrity as who you truly are on the inside. Another has expressed it as “who you are in the dark, when no one is watching.” I regard integrity as a person’s willingness to hold to commitments, to do what they have promised to do and to be what they claim to be, even when it’s inconvenient.
Integrity differs markedly from most other personal “possessions.” In most instances, we can always earn more money if needed. Through training, we can usually learn to enhance athletic abilities or to develop specific job skills. Once integrity is lost, however, it is difficult – sometimes even impossible – to regain.
Perhaps this is why integrity is a recurring topic in the Bible, particularly in the book of Proverbs. Numerous passages are devoted to the importance of integrity, underscoring its virtues and warning of the ramifications of acting without it. Here is a sampling of principles about maintaining integrity, as presented in Proverbs:
Integrity serves as a shield. Whether in the workplace, the home or elsewhere, if you always tell the truth, you never have to try to remember lies you have told. In the same way, if you strive to always do the right thing, you never have to make amends for knowingly doing the wrong thing. “Righteousness guards the man of integrity, but wickedness overthrows the sinner” (Proverbs 13:6).
Integrity has healing power. We live in a world in which, unfortunately, dishonesty and unethical conduct have become commonplace. In some environments it has become part of the culture. For this reason, t is actually refreshing to encounter and associate with people determined to maintain high standards of integrity. “A wicked messengers falls into trouble, but a trustworthy envoy brings healing” (Proverbs 13:17).
Integrity deserves respect. We can all think of examples of people who have been wrongfully punished or treated unfairly, but generally the person who holds to high moral and ethical standards is respected, even admired. In striving to do what is right, we will gain the trust and confidence of those we work with and relate to the closest. “It is not good to punish an innocent man, or to flog officials for their integrity” (Proverbs 17:26).
Integrity encounters opposition. Being a person of integrity is not easy. Those who do not share such lofty values can present strong opposition, especially if doing things the right way threatens the achievement of their devious goals. Acting with integrity often means refusing to take the expedient path, or the course of self-interest. But its long-term rewards are beyond compare, both personally and professionally. “Bloodthirsty men hate a man of integrity and seek to kill the upright” (Proverbs 29:10).
Integridade – produto em escassez no mercado
por Robert Tamasy
A Constituição assegura que todos são iguais, o que significa direito a oportunidades iguais para se realizar na vida e se beneficiar de certos “direitos inalienáveis”. Em outros aspectos, entretanto, homens e mulheres não são iguais, pelo menos em termos de bens materiais, talentos e habilidades individuais. Alguns parecem ter grande habilidade para gerar riquezas. Outros possuem inteligência inata, enquanto outros são mais ágeis e atléticos. Uns são líderes talentosos e outros são especiais como artesãos e em tarefas que exigem habilidades motoras. Uns são competentes em vendas e marketing e outros eficientes em comunicações. Podemos ser iguais em direitos, mas não idênticos.
Mas há um “artigo” que todos compartilhamos, algo que todos possuem em quantidade igual, pelo menos em tese: integridade. Alguém definiu integridade como “o que somos, de fato, por dentro”. Outros a expressaram como o “quem somos no escuro, quando ninguém nos está olhando”. Para mim integridade é a disposição de alguém manter seus compromissos, fazer o que promete e estar onde afirma estar, mesmo quando for inconveniente.
Integridade difere da maioria das outras “posses” pessoais. Em muitas ocasiões podemos ganhar mais dinheiro, se necessário. Através de treinamento, podemos melhorar habilidades atléticas ou desenvolver capacitações específicas. Integridade, entretanto, uma vez perdida, é difícil ─ às vezes, impossível ─ reconquistar.
Talvez por isso integridade seja tema recorrente na Bíblia, particularmente no livro de Provérbios. Muitas passagens são dedicadas à sua importância, enfatizando suas virtudes e alertando para os desdobramentos de se agir sem ela. Vejamos alguns exemplos:
Integridade serve de escudo. Seja no trabalho, no lar ou outro lugar, se você sempre fala a verdade, nunca terá de tentar se lembrar das mentiras que disse anteriormente. Se você sempre se esforça por fazer o correto, jamais terá que fazer correções por ter feito intencionalmente o errado. “A retidão protege o homem íntegro, mas a impiedade derruba o pecador” (Provérbios 13.6).
Integridade pode curar. Vivemos num mundo em que, infelizmente, desonestidade e conduta antiética se tornaram comuns. Em alguns ambientes são parte da cultura. Por isso, é revigorante encontrar e manter relacionamentos com pessoas determinadas a manter alto padrão de integridade. “O mensageiro ímpio cai em dificuldade, mas o enviado digno de confiança traz cura” (Provérbios 13.17).
Integridade merece respeito. Todos conhecemos pessoas que foram erroneamente punidas ou tratadas de forma injusta. Mas, geralmente, a pessoa que mantém elevado padrão ético e moral é respeitada, mesmo admirada. Na luta por fazer o certo, vamos conquistando a confiança daqueles com quem trabalhamos ou nos relacionamos mais de perto. “Não é bom castigar o inocente, nem açoitar quem merece ser honrado” (Provérbios 17.26).
Integridade enfrenta oposição. Ser íntegro não é fácil. Os que não compartilham dos mesmos valores podem apresentar forte oposição, especialmente quando o certo representa uma ameaça à conquista de seus objetivos tortuosos. Agir com integridade, freqüentemente significa recusar atalhos convenientes ou o curso do interesse próprio. Porém, a longo prazo, as recompensas são incomparáveis, tanto pessoal quanto profissionalmente. “Os violentos odeiam os honestos e procuram matar o homem íntegro” (Provérbios 29.10)..


agosto 24th, 2010 at 1:06
A verdade é uma só, modelos equivocados. Hoje o que da ibope é o modelo da mídia e não o dos herois da fé. “Por isso meu povo perece, por falta de conhecimento. Então qdo nosso modelo for o dos heróis da fé e nossos propósitos não forem mais egoistas, seremos integros, com a integridade que Jesus teve e que é única. Aquela que não fere ao outro e de forma alguma o aflige.
junho 29th, 2010 at 20:00
Existe muito a ser dito sobre integridade. A palavra vem da ideia da condicao perfeita ou da ideia de algo inteiro. Acho que incluso na ideia de integridade existe tanto um beneficio como tambem algo que me perturba. Deveremos sim ser integros, mas, o que significa ser integro? Quem tem a autoridade de dizer o que e integridade? Os seres humanos sempre viveram em integridade parcial por que nunca podemos ser tudo ao mesmo tempo. O melhor que podemos fazer e decidir de agir na melhor maneira possivel dentro da situacao que nos e apresentada. Com certeza todos nos temos instancias nas nossas vidas em que tivemos que decidir entre duas coisas ruims e nao entre o bem e o mal. Acho que decidir entre o bem e o mal e facil. O dificil e decidir entre um mal e um mal pior. Integridade e ligada a cultura em que nos crecemos. No meu caso eu creci em tres culturas diferentes e as minhas integridades constantemente entram em conflito.
dezembro 26th, 2009 at 15:10
A value…
Integrity is a value which not a value in and of itself, rather it is a value which guarantees that you stick to your core values under all circumstances.
Whatever your values may be, if you don’t stick to them sooner or later you are bound to face internal conflicts which will transcend to external conflicts into your career, relationships etc.
Integrity is very important to have overall happiness and higher self esteem.
Posted by Farhat Chaudhry from California State University, East Bay Alumni
dezembro 26th, 2009 at 15:10
O que penso
Olha Deni, suas palavras neste texto revelam exatamente o que eu penso.
Dos heróis fabricado pela midia aos heróis disponibilizados por Deus na Terra há um abismo imenso, mas cada um veio à uma missão, no meu entender, definida, formatada…a inicia quando recebe a luz, e a encerra (aqui na Terra) quando a luz se transporta para o lado Dele, ou vai para o cosmo (como alguns preferem dissertar) enfim… Tudo vale a pena, se compreendermos ao que viemos. No momento que “SENTIMOS” isto, encontramos a paz interior, a fé, mas não podemos nos julgar se valeu a pena a nossa existência ou não. Não é o caso de julgamento, mesmo porque não cabe a nós julgar, somente podemos tentar compreender.
Um grande abraço
Posted by Valdir Cinquini
dezembro 26th, 2009 at 15:09
Vale a pena!!
Valdir, quando deixei de ser executivo para tornar-me consultor minha intenção foi justamente esta: aconselhar não apenas em minha área de competência técnica (marketing & comunicação) mas principalmente em minha área de vocação (mentoria de líderes).
Algum tempo atrás, depois de ler a biografia de Ernesto Che Guevara (escrita por Jorge Castañeda) terminei a leitura abatido, pois imaginava eu que uma leitura sobre Che Guevara deveria me deixar entusiasmado e com a utopia realimentada em meu coração. Mas foi exatamente ao contrário, pois a opção do Castañeda foi fazer um percurso histórico com Che e tentar responder as perguntas “O que é que faz um homem se dedicar a uma causa?”. E sua conclusão foi de que o sacrifício e morte de Che não valeu a pena…
Então eu me dei conta que não poucas vezes eu me pergunto se eu também, porventura, não morrerei em vão. Se realmente está valendo a pena fazer o que eu estou fazendo. Se os frutos realmente são tão significativos ou se eu tento me iludir com a colheita do meu trabalho, do meu ministério e da minha vida. Não são poucas as vezes quando eu ouço pessoas abrindo o coração comigo como se nunca tivessem me ouvido e já me ouvem há mais de dez anos. Pessoas que repetem erros que me conduzem a frustração. Processos de construção de marcas, planos estratégicos, mudanças culturais, coaching, team-building e mentoria que fracassam. Mudanças institucionais lentas demais. Escassez de liderança, pobreza espiritual, carência de gente nobre de alma, a ausência e o vazio de heróis da fé. Olhar para trás na minha história e procurar pelos homens que inspiraram a minha caminhada é procurar num semi-árido tentando encontrá-los.
Então eu me pergunto: será que está valendo a pena? Dias de derrota, de frustração. Dias de culpa. Dias de lamento. Eu me pergunto: será que está valendo a pena? E me pergunto: qual é o sonho? Qual é a causa? Martin Luther King disse certa vez que quem não encontrou uma boa razão para morrer não encontrou uma boa razão para viver! E eu me pergunto: qual é a minha boa razão para morrer? Qual é a minha boa razão para viver? Será que realmente está valendo a pena? Eu não sei se isto acontece somente comigo, mas geralmente depois de grandes empreitadas, de grandes envolvimentos, de muita intensidade, períodos de êxtase, de entusiasmo profissional, de recomeços, renovação de alianças, propostas, iniciativas de projetos, chego num topo de serviços em que a depressão, a angústia, um sentimento de vazio batem à minha porta. Depois de tantos anos de trabalho, de serviços, vai passar alguém nas empresas onde estive e dizer assim: “Continua a mesma coisa, está tudo do mesmo jeito!”… Depois de liderar tantos projetos e treinar tantos líderes será que vou olhar para trás e chegar a conclusão de que não valeu a pena tanto esforço?
A cada dia que passa sinto aumentar a responsabilidade de ocupar a “caixinha” que você menciona no comentário… Falta, apenas, que os ocupantes das demais “caixinhas” admitam que somente quando se dispuserem a trabalhar seu caráter e integridade é que as estratégias de marketing poderão sustentar as marcas que estes executivos representam, afinal, marcas são apenas um reflexo do caráter do líder… Ou então a queda será apenas uma questão de tempo…
Daí eu me levanto, tomo um bom banho. Derrubo sobre a minha cabeça o melhor dos perfumes e coloco a melhor das minhas roupas. Abro a porta da minha casa e, antes de botar o pé na rua, digo:
- Mundo, eu voltei! Porque eu sei que vale a pena! Vale a pena por mim. Por que em nada tenho a minha vida como preciosa senão cumprir a carreira que me está proposta e que eu recebi do Senhor Jesus. Vale a pena por mim. Vale a pena pelas pessoas que eu vou encontrar. Vale a pena porque tem um monte de gente olhando pra mim e esperando que eu saia desta porta hoje pela manhã com a cabeça erguida e devolva a esperança pra eles.
Perdoe-me, Jorge Castañeda, mas vale a pena!!
dezembro 26th, 2009 at 15:09
A model
Deni,
It means being conscious that you are serving as a model for others.
Posted by Jennifer Bergenfeld, Esq – from NYU Stern School of Business
dezembro 26th, 2009 at 15:08
Assessores
Deni, sabe o que penso? e é por causa de experiências vividas que penso? Pois vou tentar explicar por escrito:
As empresas, tem normalmente em seus organogramas, um Conselho, um Presidente ou Vice-Presidente excutivo, e depois na linha de baixo uma série de Diretorias. Na linha imediatamente abaixo uma série de gerencias para cada diretoria e assim por diante não é? este é o padrão. è o que chamamos ´na piramede de Estratégico, até o Operacional.
Mas, sempre vemos, caixinhas cujas linhas saem lateralmente da linha que liga o Conselho ao Presidente, ou caixinhas cujas linhas estão ligadas lateralmente ao Presidente. São os famosos Assessores, que têm poder de decisão ou no mínimo de influência no alto escalão.
Eu acho que as empresas deveriam ter uma linha, diretamente ligada à caixinha do Conselho, e com este poder de decisão, cujo cargo é criar e fazer acontecer em toda a piramede os temas que você lança para debates.
Sob responsabilidade do ocupante desta caixinha deveria haver uma pessoa que pensa como você! Isto é mais que um trabalho, não é uma doutrinação, mas sim uma situação que todos os estratégicos deveriam estar atentos principalmente nos dias de hoje.
Na verdade, o livro das leis já está escrito, é só uma questão de termos pessoas como você que o leiam, traduzam, decifrem e dissipem em uma corrente que vai desde o Conselho até o funcionário de mais baixo escalão da empresa, uma espécie de listas de vacina moral a serem aplicadas nas pessoas. Com certeza teríamos um mundo melhor em todos os aspectos.
Abraços e parabéns por mais este tema de total relevancia para nós todos.
Posted by Valdir Cinquini
dezembro 26th, 2009 at 15:08
Foro íntimo
Excelente tema, Deni
Trazendo o foco da discussao deste tema para o ambiente corporativo aproveito este espaco para comentar que, aqueles que eventualmente acreditam que é possivel “forçar” pessoas a terem integridade com base em politica corporativa e principalmente politicas de premio / castigo – e me refiro a integridade em relacao a sua empresa, em relacao aos clientes, em relacao aos superiores, aos subordinados e aos colegas – se faz necessario relembrar que esta “virtude” se aprende em casa e que nao ha como alguem ser “integro” dentro da empresa e, uma vez guardado o cracha depois do retorno à casa apos o trabalho, ter uma conduta distinta; se trata de “SER” integro, nao de “ESTAR” integro so porque se quer se preservar o emprego; ou e´ou nao e´….
Complementando o conceito acima, uma empresa podera ser percebida como “integra” por parte de seus colaboradores, fornecedores, clientes e sociedade na medida que suas liderancas tiverem este atributo – dono ou controladores, board de diretores, media gerencia; com base nesta “cultura” de integridade estas liderancas estarao orientando aqueles que estao à frente de processos seletivos em sua organizacao para que estabelecam este requisito como fundamental durante avaliacao de candidatos, inclusive acima do requisito producao de resultados / performance, deixando claro aqueles que chegam de que “resultado a qualquer preco” nao e´tolerado na organizacao….citando de preferencia casos onde a empresa nao hesitou em desligar de seus quadros gente que, mesmo apresentando alta performance, nao mantinha o padrao em termos de integridade (incluindo-se ai etica, moral) se e´ facil “enxergar” quem e´integro e quem nao e´em um processo seletivo: NAO; se e necessario buscar mecanismos para detectar dentre candidatos aqueles quem tem uma”flexibilidade moral e etica” alem do normal: sem duvida;
e por fim, o estabelecimento de mecanismos – patrocinados e apoiados explicitamente pelas liderancas maximas da organiacao – de identificacao e de expurgo daqueles que nao atuam de maneira integra mesmo que sejam as “estrelas” em termos de lideranca, produtividade e conhecimento tecnico; se a empresa tem realmente lideres (e nao apenas gerentes ou diretores) sabera superar os problemas do desligamento de profissionais apanhados nesta condicao
No campo pessoal e complementando as palavras do colega Ricardo Bacci, ser integro e´, antes de tudo, questao de foro intimo; e´ estar seguro de que se fez o que deveria ser feito e sem que outro tenha sido injustamente atingido; e´estar seguro de que sua reputacao nao esta em discussao e que, se vc tiver de sair da empresa (quer por opcao ou porque a organizacao para a qual trabalha entende que seus servicos nao sao mais necessarios) o fara´ saindo pela porta da frente e de cabeca erguida, seguro de que sera bem sucedido e reconhecido por isto onde estiver e com quem estiver e, mais importante, que sua familia e amigos (verdadeiros) terao orgulho do filho / pai / amigo que tem
saudacoes a todos
Posted by Gilberto Damasceno Jr
dezembro 26th, 2009 at 15:07
Integridade
Prezado Deni, muito bom o artigo.
Segundo a Wikipédia: Integridade vem do latim integritate, significa a qualidade de alguém ou algo ser íntegro, de conduta reta, pessoa de honra, ética, educada, imparcial, brioso, pundonoroso , cuja natureza de ação nos dá uma imagem de inocência, pureza ou castidade, o que é íntegro, é justo e perfeito, é puro de alma e de espírito.
Baseado nesta definição, na minha opinião, Integridade é chegar ao final da sua jornada (de trabalho, do dia, da vida) e ter feito o bem para seu semelhante, ter ajudado alguma pessoa, ter dado bom dia a um estranho, ter chorado por outra pessoa, ter plantado uma árvore, ter criado bem seus filhos ou ter contribuido de alguma forma para melhorar a vida de alguém. Resumindo: ter, na média mais “terrenos” lá em “cima” do que lá em “baixo”.
Abraços
Posted by Ricardo Bacci