by Rick Boxx

The current economic environment has reinforced for me the importance of having and maintaining the proper attitude. Business leaders have a couple of options they can follow in the midst of the economic turmoil. They can either choose to participate in and contribute to the recession, pulling back their growth efforts and downsizing, or they can choose to view the current downturn as an opportunity.
The future of these leaders and their companies may improve or deteriorate depending upon how they respond, based on their attitudes and the approach they take. From my observation, the business leaders that seem to be weathering the storm the best are the ones who have set worry and anxiety aside, and instead have seized the opportunity to aggressively go after new business. In many cases, what has been lost is lost – but there remains much to be gained.
In the New Testament of the Bible, Philippians 4:6-7 teaches, “Do not be anxious about anything, but in everything by prayer and petition, with thanksgiving, present your requests to God. And the peace of God, which transcends all understanding, will guard your hearts and your minds in Christ Jesus.”
Obviously, when the stock market is doing its best to emulate a rollercoaster, and productivity and sales are on the decline, saying “Do not be anxious” and actually being able to succeed in setting aside anxiety are two different things. But the key in this passage is the focus: We are instructed not to be anxious – about anything – but instead to trust in God, directing to Him our prayers, concerns and requests.
The key here is in believing and trusting that God is in control and has our best interests at heart. If you do not believe that, it will be hard to experience “the peace of God which transcends all understanding.” After all, we want to understand. We want to know how the Almighty will work things out for the good of His people, especially when external circumstances at times make that seem impossible.
But that, in a nutshell, is a summary of the walk of faith. Believing, even when things seem unbelievable. Trusting, even when everything else we have trusted in and relied on has failed us. A key principle in the Scriptures is that God is consistent and unfailing. In Hebrews 13:5, He promises, “Never will I leave you, never will I forsake you.”
The passage goes on to respond, “So we say with confidence, ‘The Lord is my helper; I will not be afraid. What can man do to me’” (Hebrews 13:6). Why? Because two verses later it declares, “Jesus Christ is the same yesterday and today and forever” (Hebrews 13:8). To me, these passages say that regardless of what situations we find ourselves in, no matter how uncertain or adverse the economic conditions may become, God is still there and poised to respond to meet us in our greatest times of need.
Back in Philippians, the apostle Paul underscores the importance of a proper attitude. After exhorting us not to be anxious, he writes, “Finally, brothers, whatever is true, whatever is noble, whatever is right, whatever is pure, whatever is lovely, whatever is admirable – if anything is excellent or praiseworthy – think about such things” (Philippians 4:8).
If peace has been hard for you to find at work lately, stop and consider Paul’s wise words, as well as the promises we have in Hebrews. A positive attitude coupled with prayer, thanksgiving, and peace is much better than worry.
Reflection questions
1. How would you describe your prevailing attitude during the ongoing economic downturn that has affected so many of us in today’s workplace?
2. What do you think of the suggestion to view this period as a time of opportunity, rather than a time to follow the lead of so many others that instead are cutting back on initiatives to grow and build business?
3. The author cites the biblical admonition to “be anxious for nothing.” Do you think that is realistic, or even possible, in times of great uncertainty or even chaos? Explain your answer.
4. This discussion of having a proper attitude is not an endorsement of “positive thinking” that some motivational speakers and consultants endorse, but rather a call to trust in and rely on God and His providential care – even in the mundane situations we encounter at work. Discuss your reaction to such a suggestion.
If you have a Bible and would like to read more about this subject, consider the following passages: Romans 5:3-5; 2 Corinthians 4:16-18, 5:7; 1 Thessalonians 5:16-18; James 1:2-8
Atitude que faz diferença
por Rick Boxx
A atual atmosfera econômica tem reforçado para mim a importância de se ter e manter uma atitude apropriada. Líderes empresariais têm algumas opções a fazer em meio ao turbilhão da economia, podendo escolher participar e contribuir com a recessão, reprimir o crescimento, fazendo cortes ou encarar a crise como uma oportunidade. O futuro desses líderes e suas empresas pode ser de progresso ou de deterioração, dependendo da forma como reagirem, consoante suas atitudes e formas de abordagem.
Do meu ponto de vista, os que estão atravessando melhor a tempestade são aqueles que deixaram de lado preocupações e ansiedade, agarrando energicamente a oportunidade de buscar novos negócios. Em muitos casos o que foi perdido não tem volta, mas ainda resta muito a ser ganho. Na Bíblia, o livro de Filipenses 4.6-7 ensina: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.”
É claro que quando a Bolsa de Valores imita uma montanha russa, a produtividade e as vendas estão em declínio, dizer “Não fiquem ansiosos!” , e ser capaz de colocar de lado toda ansiedade são coisas totalmente diferentes. Mas a chave desse texto bíblico está no foco: somos instruídos a não ficar ansiosos por coisa alguma, mas ao contrário, confiar em Deus e dirigir-Lhe nossas orações, preocupações e pedidos.
A chave é crer e confiar que Deus está no controle e cuida de nossos interesses. Se você não crê nisto fica difícil experimentar “a paz de Deus que excede todo o entendimento”. Afinal de contas queremos entender, queremos saber como o Todo-Poderoso vai fazer para que “todas as coisas cooperem para o bem” dos Seus, especialmente quando as circunstâncias externas fazem isso parecer impossível.
Isso é o que significa andar pela fé: crer mesmo quando as coisas são inacreditáveis; confiar mesmo quando tudo em que depositamos nossa confiança falhou. Um princípio fundamental das Escrituras afirma que Deus é firme e infalível. Em Hebreus 13.5 Ele promete: “Nunca o deixarei, nunca jamais o abandonarei.” Prossegue respondendo: “Podemos, pois, dizer com confiança: O Senhor é o meu ajudador, não temerei. O que me podem fazer os homens?” (Hebreus 13.6).
Por que? Porque dois versículos adiante a Palavra declara: “Jesus Cristo é o mesmo, ontem, hoje e para sempre” (Hebreus 13.8). Para mim, essa passagem declara que não importa em que situação nos encontremos e quão incertas e adversas as condições econômicas possam se tornar, Deus está no controle e pronto para nos auxiliar em tempos de necessidades.
Em Filipenses, o apóstolo Paulo ressalta a importância da atitude adequada. Depois de exortar-nos a não andar ansiosos, ele escreve: “Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas” (Filipenses 4.8).
Se para você tem sido difícil encontrar paz no trabalho ultimamente, pare e considere essas Palavras. Uma atitude positiva, aliada à oração, ação de graças e paz é melhor do que preocupação.
Questões para reflexão
1. Como você descreve sua atitude diante das dificuldades econômicas que têm nos afetado atualmente?
2. Que acha da sugestão de encarar esse período como tempo de oportunidade, ao invés de seguir os que cortam iniciativas de crescimento e progresso de seus negócios?
3. O autor cita a advertência bíblica: “Não andem ansiosos por coisa alguma”. Você considera isso realista ou possível em tempos caóticos, de grandes incertezas?
4. A discussão sobre atitude apropriada não endossa o “pensamento positivo” que preletores motivacionais e consultores empregam; é, antes, uma chamada para crer e confiar em Deus, em Seu cuidado e providência, mesmo nas situações que se nos deparam no trabalho. Como você reage a essa sugestão?
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Romanos 5:3-5; II Coríntios 4:16-18; I Tessalonissenses 5:16-18.


janeiro 2nd, 2010 at 7:21
Equilibrio espiritual
A minha “paz” não se influencia tão somente por questões de trabalho.
Busco meu equilibrio espiritual e é exatamente onde renovo as forças para o corrido dia-a-dia e os desafios que ele me promove.
“Ninguém me tira a PAZ se eu não permitir”, por mais complicada que seja a situação a que me encontrar eu sempre terei a ESCOLHA de como reagir a ela!
E se por acaso não estiver SATISFEITA com alguma condição da qual não posso mudar, ou aprendo a conviver com ela (desafio) ou mudo eu! Me valho da adaptação e da flexibilidade para manutenção do meu convívio saudável com o restante do Universo.
Abraços,
Patrícia
Posted by Patricia Cardoso
janeiro 2nd, 2010 at 7:21
Sim
Sim. Depois de mais 8 anos na mesma empresa, fazendo a mesma coisa, a mesmice tem me desafiado a achar interessante o que ando fazendo. E contra a mesmice só tenho uma coisa a fazer: mudar! Além disso, politicas corporativas recem implantadas estão substituindo o bom senso e o raciocínio onde trabalho. O que torna o ambiente mais desafiador.
Posted by Miguel Gouveia
janeiro 2nd, 2010 at 7:20
A verdadeira Paz deve ser de dentro para fora, portanto independe das circunstancias.
Posted by Elder Carvalho
janeiro 2nd, 2010 at 7:20
The only change I can make is in me.
William has touched upon a key component toward answering your question, happiness. Are you truly in love with what you do? If not then perhaps there is something within your reach that would change your outlook on work life. Where there is a will there is a way and see a need fill a need. Meaning, those who actually pursue something are the ones who get there and to discover where there is for you requires inspiration! Perhaps I am just lucky to have all this. Perhaps I envisioned it in the midst of a hostile work environment. Perhaps, there is no way to prove what I know works for me will work for you. I think the best example would be, the day I woke up and a switch was turned on to reverse the physical downward spiral on my body with daily changes in diet and exercise. That was three years ago and nearly 70 lbs. All I can say is the switch went on and when a switch goes on for me I go until it is finished. To relate this back to the question, none of us have any control over anyone else in the work place. The only change I can make is in me.
By Stuart Schopf online science Instructor at Insight Schools
janeiro 2nd, 2010 at 7:20
A last wish…
Deni me worry
I sit by SF bay and watch the ships go under the Golden Gate, while taking pictures for tourists, while pondering my next challenge and waiting for the next thing to photograph, like helicopters buzzing the bridge, Air Force planes flying in from the Pacific, WW2 Russian aircraft flying over the Marina.
Last week there were ashes being dumped into the Bay, I suspect a last wish.
By William F (Bill) Kane, MSE, MBA Accidental Sinologist
janeiro 2nd, 2010 at 7:19
Tem sido MUITO difícil! Mas acredito que esse quadro esteja mudando desde julho e espero que realmente o mercado se reaqueça até o final desse ano.
Posted by Fernanda Souza from Networking São Paulo
janeiro 2nd, 2010 at 7:19
I SO NEEDED
Thank you Barry – it is difficult, but I know that our Heavenly Father has this all under control!
God Bless and thanks for posting – I SO NEEDED this today…
By Dawn Thompson Senior Recruiter On-site at CA, Inc
janeiro 2nd, 2010 at 7:19
Jeremiah
A couple of verses have been helping be during my job search…
And seek the peace of the city (”situation”) where I have caused you to be carried away captive, and pray to the Lord for it; for in its peace you will have peace. (Jeremiah 29:9)
For I know the plans I have for you, declares the Lord,plans to prosper you and not to harm you, plans to give you hope and a future. (Jeremiah 29:11)
Not always peaceful, but am learning to seek, trust, and believe.
By Robert “Barry” Scott Sales / Operations Professional
janeiro 2nd, 2010 at 7:18
Thanks
I know Bill, it was complete chaos every hour of the day. Too much stimulation, not enough peace and quiet…It’s taken many, many years and lots of help to get past the anxiety…which brings us back to Deni’s article…Thank you
Posted by Andreya B. Chatis
janeiro 2nd, 2010 at 7:18
Andreya
I cant imagine a school environment like that
Posted by William F (Bill) Kane, MSE, MBA from Leaders & Thinkers
janeiro 2nd, 2010 at 7:18
Forgive me
If my comment was read by you both, please forgive me. I went off on a tangent about cubicles, architecturally speaking, when the deeper, bigger picture is what we are talking about…let me give my answer some more thought…thank you for this post…
Posted by Andreya B. Chatis
janeiro 2nd, 2010 at 7:17
PAZ !!! O que quer dizer mesmo ???
Posted by Rafael Terçarolli from Planejamento Estratégico
janeiro 2nd, 2010 at 7:17
I love open concepts
Just my humble opinion, but I have been in these cubicle workplaces and quite frankly, they seem a bit abusive to the soul. Cold, usually dark, no matter how much crap from home one brings in, or wonderful family pictures.
Yuk…I cannot imagine there is much creativity, depth, or real productive, satisfying work that comes out of this environment.
I think they should be banned. Cubicle’s also cannot be good for the environment. They seem rather hostile, like hmmmm, the Berlin wall?
I was unlucky enough to enter a brand new “open concept,” high school back in the 70’s. Quite frankly, the cubicles which delineated each classroom, were ridiculous. Most of us have had to learn how to grow out of ADHD-nesses…because of the lack of possible focusing within our educational environment.
I love open concepts but adding cubicles just seems somewhat barbaric.
By Andreya B. Chatis Business Management/Entrepreneur
janeiro 2nd, 2010 at 7:17
Veracidade ou cinismo?
Oi Deni,
Li o seu texto. É bem interessante.
Apesar de estranhar um pouco o diálogo com a religião o tema da liderança em tempos de crise é super oportuna. É em momentos de crise que sabemos se nossos chefes, diretores e a empresa de modo geral é coerente com seu discurso ético de valoração do empregado, dos consumidores e da sociedade ou se, todo este discurso ético, de responsabilidade social, de sustentabilidade, é uma maquiagem consmética inventada pelos relações públicas e endomarketeiros para ludibriar os funcionários e a população consumidora.
Vejo que os COs, e as corporações de modo geral, estão na berlinda. Enfrentam a angústia existêncial de tentar minimizar prejuízos e conseguir lucro ou aceitar sacrificar parte dos seus ganhos em nome dos valores morais e sociais que divulgaram em tempos de bonança.
Afinal, é em tempos de crise que você pode conferir a veracidade ou o cinismo do discurso moral da empresa.
Posted by Arthur Meucci from Ética – Profissionais Éticos
janeiro 2nd, 2010 at 7:16
Thanks for posting
Deni… It is essential for me to find Peace each and every day… taking time to be “still”… I find answers come at this time… guidance… confirming thoughts…
visualizing my desires for the future with great feeling…
thanks for posting this article … hopefully it will influence others positively…
BiBi
bibideangelo.com
Posted by BiBi DeAngelo from Michel Reverte
janeiro 2nd, 2010 at 7:16
Correr riscos
Texto muito interessante, bem abordado e contextualizado.
Ouvi de um amigo um conselho do qual jamais me esqueçi: “faça o que gosta com dedicação e o que não gosta com mais dedicação ainda e quando todos estiverem pensando em problemas ocupe-se pensando nas soluções para eles”.
Certamente, a atitude de um profissional em uma crise é fundamental. Não é uma questão de ser otimista apenas, mas de ser também realista e correr riscos calculados. As vezes correr riscos de verdade, pois não há tempo para pensar.
Cultivar um posicionamento orientado para administração de conflitos, riscos e extímulo para criação de soluções é sempre o mehor caminho com crise ou sem crise. A diferença maior esta em que na crise você se destaca. Enquanto na calmaria as ondas parecem ser sempre todas iguais.
Posted by Gustavo Martins Gaspar from Atitude Empreendedora – Treinamento e Desenvolvimento Empresarial
janeiro 2nd, 2010 at 7:12
Dysfunctional way to work
Observations, holding down the cubicle, and keeping the door shut, keeping the real world out, and hope we survive. What a dysfunctional way to work, and does anyone really provide value in that mode.
By William F (Bill) Kane, MSE, MBA Accidental Sinologist
janeiro 2nd, 2010 at 7:12
Peace? Peace at work??? Wow!!! What is that…??? What a concept!!!
On a serious note, thanks for posting this…
Julianne Alexis Michaels
By ~Julianne Alexis Michaels~
janeiro 2nd, 2010 at 7:12
Obrigada
Gostei muito do seu post. Obrigada.
Posted by Joana Ramos from Comunicação Empresarial
janeiro 2nd, 2010 at 7:11
É difícil
Sim é difícil encontrar paz. Creio que o principal motivo seja a falta de entendimento das atividades. Como consultor visito muitas empresas e noto que há uma fórmula fatal para a falta de paz: lideranças não entendenderem adequadamente seu papel + falta de maturidade. Isto introduz um ruído bem grande fazendo as pessoas trabalhar e retrabalhar, mudar de curso repentinamente, jogar fora trabalho feito, … … … enfim tudo que contribui para deixar o clima lá em baixo e com muita tensão.
Posted by Luis Alberto Figueiredo de Sousa
janeiro 2nd, 2010 at 7:11
Faca de dois gumes
Atualmente trabalhar em paz é um item pouco encontrado dentro das organizações. Trabalha-se sob pressão, cobranças, prazos e responsabilidades nas costas, ainda mais em tempos de crise. Porém, não temos que nos fixar somente nestes aspetos. Devemos ver o lado positivo de tudo, não baixar a cabeça ao primeiro obstáculo e seguir em frente. Trabalho é isso…é uma faca de 2 gumes.
Abraços e bom trabalho a todos.
Posted by Luciana Do N. Caldas Lulu from BRASIL: VAGAS EXECUTIVAS
janeiro 2nd, 2010 at 7:11
Olá Pessoal,
Depois que começamos a trabalhar, não temos mais paz.
Não é o seu ou o meu trabalho, é a situação criada em torno de ter que ir ao trabalho. Isso ocorre pois ninguém quer sobreviver, e aí sempre queremos mais e mais e mais……
Puxa, o que resta é tentarmos olhar por outro ângulo; e quem nem trabalho consegue??????
Beijos a todos e juizo!
Izabel
Posted by Izabel Chiarantano de Oliveira from BRASIL: VAGAS EXECUTIVAS
janeiro 2nd, 2010 at 7:10
Confiança em Deus
Acredito que todos nós fomos afetados de uma forma ou de outra pela crise que assolou e ainda vem assolando alguns países. No segmento que trabalho as coisas estão voltando aos patamares pré crise e temos um bom horizonte pela frente. Quanto ao ambiente de trabalho acho que nós é que fazemos o ambiente em que trabalhamos. Podemos ser pressionados, cobrados, mas como gestores, temos a obrigação de manter a equipe mais unida possivel e é o que procuro fazer. De que forma? Dando maior autonomia aos funcionarios, discutindo diariamente problemas da empresa e de fora dela e tentando passar uma tranquilidade à equipe para que possa planejar/trabalhar com maior responsabilidade. Temos problemas no meio do caminho? Claro que sim, mas com serenidade e confiança em Deus não há nada que não possamos superar.
Posted by Sandro Rodrigues from BRASIL: VAGAS EXECUTIVAS
janeiro 2nd, 2010 at 7:10
Prezado Deni,
Compartilho o seu ponto de vista, mas muitas vezes um visão mais “espiritual” no ambiente de trabalho é contrária à visão e valores das grandes multinacionais. Penso que podemos influenciar localmente, criando relações interpessoais e profissionais com mais qualidade e valor, tornando mais agradável o clima organizacional, isso inclui respeito e desapego às questãoes materiais e hierárquicas.
Saudações, Solano
Posted by Gadanha Solano from Executive Search Brasil
janeiro 2nd, 2010 at 7:10
Em empresa nenhuma…
Penso que empresa nenhuma, ainda mais em tempo de crise acentuada e hipercompetitividade extrema, proporcione um ambiente de paz aos seus funcionários (tive a oportunidade de atuar em várias delas e não encontrei “paz” em nenhuma: cobrnaças cada vez mais intensas, mais responsabilidade, etc.)
Acho que ao invés de paz, temos que ter um ambiente tranquilo. Isso sim é uma possibilidade, na minha opinião.
Faço minhas as palavras do Marcos Vinicius: todo dia está sendo um sacrifício trabalhar. Mas isso é questão de liderança, o que não temos em minha empresa: ninguém reconhece um bom trabalho, as pessoas só se apegam a detalhes (se você acertou 99 vezes e errou uma adivinha de que eles lembrarão?), falta de perspectiva profissional e de plano de carreira.
Na área financeira os processos também rarearam, infelizmente. Aproveito para questionar aos colegas e pedir uma ajuda em minha transição: alguém sabe de oportunidades na área financeira? Podem me enviar oportunidades?
Abraço a todos e sucesso!
Posted by Jorge Marazzo
janeiro 2nd, 2010 at 7:09
Franz Boas
Tenho valido de alguns artigos sobre Antropologia, principalmente a ligada a Franz Boas (vale a pena a leitura).
Palavras como “relativização” devem fazem parte do idioma de um bom lider, pois antes de mais nada tanto empresas como sociedades sofrem do mesmo problema da “Paz” ou ainda da falta dela.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Franz_Boas
Posted by Ives Faria
janeiro 2nd, 2010 at 7:09
Excelente Contribuições
É inegável que uma certa pressão faça parte do ambiente corporativo em busca de soluções. O segredo dos grandes líderes é passar esta pressão de forma educada e polida em conjunto com uma clara comunicação do porque tal situação está sob pressão. O bom ambiente empresarial se dá fundamentalmente qela qualidade do seu líder. Jimm Collins pontuou que em todas as grandes empresas nas quais os colaboradores têm orgulho de trabalhar os principais elementos da liderança são: humildade e perseverança. Daí o link com a espiritualidade de todos nós!
janeiro 2nd, 2010 at 7:09
Esses dias a minha esposa comentou que eu estava sem paciência, mais não é isso gente, ontem mesmo ela me fez carinho ao invés de falar sobre a minha impaciência. Na verdade o pequeno virou um gigante, uma despesa com um café vira quase uma safra toda..
Todos sabiam da crise anunciada em Out/08, porém como é do brasileiro acreditaram que seria realmente uma marola. Mais as atitudes mundiais foram impulsionadas a essa falta de paciência em diversas empresas.
Mais como toda a dedicação vejo que para este ano e o próximo tudo deve ficar com muito menos tempo e com ou sem paciência.
Posted by Edair Nunes from BRASIL: VAGAS EXECUTIVAS
janeiro 2nd, 2010 at 7:08
Não é fácil
Não é fácil achar paz no trabalho. Até porque estamos sob efeitos da crise (que existe ou não) e as empresas estão extremamente cautelosas em se movimentar. Entretanto, há coisas que voce,como líder, pode fazer. Manter um clima de parceria com fornecedores (estamos no mesmo barco), ser uma pessoa acessível aos funcionários, pois eles sofrem as mesmas angústias, tentar ser o fiel da balança nas discussões de projetos, buscando compreender a necessidade empresarial com o momento e o que se pode extrair de melhor da equipe, e com isso, criar um clima mais agradável para se trabalhar. Não resolve tudo, mas ameniza.
Posted by Americo Diniz from BRASIL: VAGAS EXECUTIVAS
janeiro 2nd, 2010 at 7:08
Adorei
Adorei o texto… mesmo nos momentos de adversidades é preciso buscar a Força Cósmica. Um bom livro é o da Catherine Ponder, nos dá força para caminhar para frente e deixar o ficou para trás.
Sucesso!
Joelma
janeiro 2nd, 2010 at 7:07
Um martírio
Para mim tem sido um martírio ir ao trabalho todas as manhãs.
A falta de perspectivas da empresa, plano de carreira, investimento no treinamento de funcionários, ambiente tenso devido demissões constantes e um supervisor confuso e que não me tolera estão tornando insustentável a atividade de produzir algo em paz e tranquilidade. A produtividade , empenho e motivação caem e esta situaçao não é boa nem para o funcionário, nem para o supervisor e nem para a empresa. O grande problema é que não vejo solução para este impasse a não ser minha saída da companhia, porém o mercado de Telecomunicações está tão retraído e instável neste período que uma recolocação está muito difícil. O jeito é tentar se manter calmo o máximo possível e aguardar dias melhores.
Posted by Marcus Vinicius Estigarribia de Assis from BRASIL: VAGAS EXECUTIVAS
janeiro 2nd, 2010 at 7:06
Parabéns
Acredito que seja difícil para muitos nao so encontrar paz mas para serem positivos e otimistas. Li o texto e achei bem oportuno e verdadeiro. Nada se consegue ou se transforma com base nas atitudes duras e pessimistas. A crise expòe as pessoas e muitas vezes conhecemos nossos lados e lados dos nossos companheiros que até entao eram so conhecidos na hora da fortuna, do crescimento. Quando as situaçoes se invertem temos a oportunidade de nos conhecer melhor e também conhecer melhor aqueles que estao conosco no dia-a-dia, principalmente no trabalho. Parabéns pelo levantamento do tema.
Posted by Jacqueline Campos from DBM Brasil